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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Pelucinha para adoção!

Pelucinha nanando na Feira de Adoção!
Oi pessoal!
Esta é a Pelucinha e ainda está disponível para adoção!
Ela é filha da Sombrinha, que mora no Abrigo Batuíra (na calçada) no centro de Poá, perto do Veran.
A mãe dela teve 9 filhotes e só ela ainda não foi adotada!
Ela já está vermifugada e castrada e está com 4 meses. É muito feliz e brincalhona, por isso precisa urgentemente de uma família para chamar de sua!
Que se interessar entrar em contato comigo: silvia_protecaoanimal@hotmail.com ou silvia@caosemdono.com.br

Por favor ajudem na divulgação!
Bsj e lambidas!!!!

"Proteste Já" do CQC vai ajudar animais abandonados!

Olá pessoal!
Olha que ótima notícia!
O programa CQC da Band vai iniciar campanha de adoção no quadro "Proteste Já"!
Este é o trecho  do anúncio do Facebook do programa:



Olha que coisa mais “tchuc” esse cachorrinho. Você gostaria de adotá-lo? Pois então envie um e-mail para protesteja2012@gmail.com com o seu telefone para a gente entrar em contato. Tomara que não faltem pretendentes!

Calma, vamos explicar. Para proteger esses animais indefesos, que só precisam de um pouco de amor e atenção, o CQC decidiu tomar uma atitude. “Proteste Já vai ajudar cãozinhos a encontrar um lar”, contou o nosso comandante Marcelo Tas através do Twitter.

Para ajudar na nossa matéria, é muito importante que alguém adote esse bebê lindo da foto. O repórter Oscar Filho já está trabalhando na produção. Quem se habilita?

Vamos ajudar na divulgação !!!!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

4 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS DE RUA

COMO AGIR AO PRESENCIAR MAUS TRATOS AOS ANIMAIS


COMO AGIR AO PRESENCIAR MAUS TRATOS AOS ANIMAIS




Nós que lutamos pelos Direitos dos Animais temos que por vezes mostrar aos aplicadores de leis – autoridades públicas de qualquer grau – policiais, promotores públicos, juízes, desembargadores, e a todos os operadores do Direito – os textos da lei e informá-los com (todo) o nosso conhecimento o que está ocorrendo e de que forma. Não é fácil, mas ninguém entra em uma causa de amor e proteção à vida, seja ela qual for (e em nosso caso tendo como foco a vida animal e sua inserção no seio da sociedade), achando que será uma luta a ser vencida apenas na primeira batalha. É nossa responsabilidade adquirir a cada dia mais informações e repassá-las àqueles que têm o dever de ofício de saber.



Quando estiver no caminho da Delegacia para formalizar uma ocorrência, saiba que ela poderá ser enquadrada como: Termo Circunstanciado de Ocorrência ou um B.O. (Boletim de Ocorrência). Tenha sempre em mãos a Constituição Federal, cujo artigo 225 § 1°, inciso VII, traz a seguinte redação:



“Incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais à crueldade”.



Tenha também a Lei n° 9.605/98 – Lei dos Crimes Ambientais - que tem para salvaguardar os animais contra agressões o seu artigo 32 que diz:



“Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos” - a pena estabelecida pelo legislador é a de três meses a um ano de detenção, além da multa. Incorre nas mesmas penas desse crime “quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos” (§ 1°), aumentando-se a reprimenda de um sexto a um terço “se ocorre morte do animal” (§ 2°).



A responsabilidade de executar qualquer procedimento adequado ao que você leva e dá conhecimento à autoridade policial, é dela. A responsabilidade de adoção do meio correto é do agente público, em nosso caso o policial. Ele optará pelo Termo Circunstanciado ou Boletim de Ocorrência. Forneça dados, nomes, e tudo relacionado. Disso depende a punição. E mesmo que exista algum problema ou mesmo que entenda ser tratado como uma causa menor, ignore. Respire. Estamos diante de uma causa de consciência pública. Não perca a sua razão. Anote o nome dos policiais de plantão, a equipe a que pertencem, lembrando sempre de atuar em dupla ou mais e, procure um advogado ligado na causa animal. Ele poderá com os elementos que você fornecer, pedir a abertura de inquérito policial objetivando a apuração e responsabilização no caso. Não poderão negar. Provas. Precisamos sempre apresentar o maior número delas. Fotos, testemunhas, laudos veterinários, nome dos policiais militares ou civis que estiveram ou se envolveram no caso, tudo. Estarão agindo como cidadãos. Pelos bichos e na defesa deles.

CARTA ABERTA A FAVOR DA VIDA

    
A atual legislação é muito branda, no que tange à penalização para quem comete crimes contra animais, e a sociedade brasileira tem se revoltado, e se manifestado, diante das atrocidades cometidas contra os indefesos, demonstrando seu anseio por uma penalização maior para tais atos.

Está em discussão a reforma do Código Penal Brasileiro, e há notícias de que a Lei dos Crimes Ambientais, 9605/98, cujo artigo 32 criminaliza os atos de crueldade contra animais, seria encampada no Novo Código Penal, e que as condutas já previstas como crime passariam a ser consideradas meras infrações administrativas, sendo punidas, unicamente, com o pagamento de multas.

Os animais pedem ajuda!

Junte-se a nós, e lute por eles!


Leia e ASSINE:


http://www.crueldadenuncamais.com.br/


Assista o vídeo


http://youtu.be/62TC9ng-x4Q

quarta-feira, 21 de março de 2012

NOVAS E REVELADORAS INFORMAÇÕES SOBRE O CASO DALVA

Acuada diante das evidências e numa tentativa de justificar os assassinatos em série, Dalva Lima da Silva, conhecida como a matadora de animais do bairro da Vila Mariana, em SP, confessou à polícia que vem matando cães e gatos há mais de um ano por escassez de adotantes e custos elevados com veterinários. Ela assumiu usar injeções para provocar a morte e que aprendeu o método com um veterinário amigo da família. O ex-marido de Dalva, já falecido, era também médico.
Somada à revelação, uma situação difícil de aceitar: apesar da confissão, ela não está presa, já colocou sua casa à venda e pode estar recolhendo mais vítimas das ruas – preferencialmente filhotes de gatos, que oferecem pouca resistência aos seus métodos de extermínio que ela, ironicamente, chamou de “boa ação”, alegando que estava contribuindo para acabar com o “sofrimento do abandono” e que não sabia que era proibido fazer isso.

Vale lembrar que numa primeira abordagem, na noite do flagrante (12 de janeiro), Dalva confessou ter matado apenas seis dos 37 animais encontrados mortos porque, segundo ela, estavam muito doentes. O detalhe é que os animais eram todos saudáveis. Alguns estavam prontos para a adoção, vacinados e castrados, assim como as milhares de cães e gatos que lhe foram entregues nos últimos treze anos e dos quais ela não soube apontar o paradeiro até o momento.
Foi num segundo interrogatório, dirigido pelo delegado da Divisão de Investigações Contra o Meio Ambiente do DPPC – Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, José Celso Damasceno Junior que, embora continuasse negando as mortes em massa daquela ocasião, Dalva admitiu “eutanasiar” outros animais que lhe eram entregues há algum tempo por não ter condições de doar ou cuidar deles.

Se já não tinha adotantes e nem podia ficar com os bichos, porque continuava recebendo-os? E porque não os devolvia ou soltava? Segundo o delegado Damasceno, testemunhas relataram que uma das condições impostas por Dalva ao receber os animais era de não devolvê-los jamais.
Câmara do Terror
O caso conta com oito depoimentos de pessoas que entregaram cães e gatos à Dalva ou que conviveram com ela, como uma faxineira que alguns anos atrás viu animais sendo entregues na casa e tinha conhecimento de um quarto sem janelas onde Dalva provavelmente cometia os crimes. Por que alguém teria em casa um cômodo sem janelas? A testemunha disse que era proibida de entrar no recinto, mas que nas raras ocasiões em que foi convocada para limpar o quarto encontrou fezes, urina e sangue.
Alice Queiroz, filha de Dalva, hoje com 22 anos, estava morando em um quarto no subsolo da casa localizada à Rua Mantiqueira, 168. “É uma área reservada, inclusive com grades, que indicava que a moça buscava privacidade e certa distância da mãe. Não foram encontrados indícios de que Alice participava das mortes e por essa razão ela não foi indiciada junto com a mãe”, comenta o delegado.

Ele explica que na hipótese de Alice ter ciência do que Dalva fazia, ela não pode ser enquadrada como cúmplice porque não há provas de sua participação direta. A ausência de indícios e testemunhas de seu envolvimento na morte dos bichos a protegeu, até o momento, de também ser indiciada.
Magia Negra ou comércio de carnes?
Damasceno conta que na casa não havia objetos ou qualquer outra indicação de que Dalva é uma seguidora de Magia Negra ou de outras seitas que fazem sacrifício com animais. “Não havia nada que pudesse sugerir rituais”, conta. Além disso, na época noticiou-se que um dos gatos tinha farofa na boca mas, conforme o delegado, era vômito.
A extração de sangue dos animais e venda ao mercado negro de transfusão é improvável, como levantado quando o caso veio à tona, porque exigiria um equipamento sofisticado de armazenamento que não foi encontrado. Também não houve relatos e nem provas de que os animais pudessem estar sendo vendidos a restaurantes orientais. A hipótese mais provável é que a motivação de Dalva seja compulsão por matar uma vez que há crimes em série (ao longo dos anos) já confessados e em massa no dia 12 de janeiro deste ano (37 corpos encontrados numa mesma data).
Manifestações foram feitas em frente à casa de Dalva, que foi colocada à venda. Foto: ANDA
O que acontece daqui pra frente
Dalva continua solta, mas responderá por crime de maus-tratos, segundo a Lei de Crimes Ambientais 9.605/98. O caso se encontra no Fórum do Jabaquara e o delegado Damasceno aguarda o resultado dos testes toxicológicos para saber quais substâncias Dalva injetava diretamente no coração dos animais com uma agulha de grosso calibre.
Todos os animais achados em sacos de lixo e dentro da casa de Dalva foram mortos por esse método, dentre eles, uma cachorrinha que havia sido entregue na casa dela algumas horas antes e que continha várias perfurações no corpo. Inclusive, foi noticiado na ocasião que se tratava de uma cachorrinha grávida, mas o delegado afirma que ela estava inchada e que alguns animais já estavam começando a cheirar mal. Portanto, talvez tenham sido mortos num período de dois dias seguidos e embalados juntos para a noite da coleta de lixo na rua.


Diante do esclarecimento do delegado, fica difícil saber o que é pior: a morte de tantos animais jovens e saudáveis ou a falta de uma punição efetiva e adequada para casos como esse. Por conta disso, alguns grupos estão mobilizando a sociedade para que a Lei seja mudada, ampliando-se a pena de três meses a um ano para punições mais severas. Em países como Estados Unidos e Inglaterra, no mínimo, o agressor perde o direito de manter animais e pode perder também o direito sobre seu próprio bicho de estimação se demonstrar que não tem capacidade de zelar pela segurança e saúde do mesmo.
“Lamentavelmente, a lei brasileira não faz distinção entre matar um ou cem animais. Para cada humano que uma pessoa mata há uma punição prevista, mas no caso dos animais, tanto faz o criminoso ter exterminado vários ou apenas um. Ele será julgado por maus-tratos sem agravante por conta do número de mortes que causou e ainda pode sair praticamente ileso pagando multa e cumprindo pena com algum serviço social”, argumenta.

Assim que os exames toxicológicos ficarem prontos, Damasceno concluirá e relatará o inquérito policial ao Juiz para que o processo seja encaminhado ao Ministério Público Criminal. Houve também denúncia formal junto à Promotoria da Infância e Adolescência para apuração de possível crime contra a criança uma vez que a filha mais nova de Dalva, de cinco anos de idade, também residia na casa e pode ter sofrido trauma ao ver animais mortos ou sendo torturados.

Todos podem ajudar
Com leis que não punem devidamente os agressores ou matadores de animais no Brasil e diante de um processo que pode ainda levar alguns meses, todos podem contribuir de alguma maneira para que Dalva não capture mais vítimas:
1) Qualquer pessoa que testemunhar Dalva ou sua filha capturando animais pode chamar a polícia imediatamente. Como ela aguarda processo por maus-tratos e, inclusive, teve que entregar nove animais que estavam vivos em sua casa (atualmente sob a guarda da ONG Adote um Gatinho), de maneira alguma ela pode pegar novos animais. Como ela própria disse ao delegado não ter condições financeiras de cuidar deles e nem de arranjar adotantes, qual seu intuito de levar mais bichos para casa? Acionar a polícia (no momento do flagrante) é algo que todos podem e devem fazer.
2) É importante checar endereço para onde animais são doados e fazer visitas periódicas ao local. Protetores de Animais, a partir desse caso, devem redobrar os cuidados. O fato de muitos animais serem entregues à Dalva sem qualquer comprometimento das pessoas de averiguarem seu destino permitiu que ela agisse impunemente todo esse tempo. A divulgação da foto da Dalva nas redes sociais ajuda a manter pessoas menos avisadas sobre o fato.
3) Na maioria dos casos de grande repercussão na mídia surgem boatos. Um deles diz que Dalva estaria recolhendo animais em cemitérios como o da Aclimação. Também se comenta a possibilidade dela estar morando na frente do cemitério da Vila Mariana. As pessoas que moram próximas a esses locais podem ficar atentas e, inclusive, pedir ajuda aos funcionários dos cemitérios para que avisem se vir uma mulher com o perfil da Dalva recolhendo gatos.
4) Dalva mudou de casa e não é aconselhável a depredação de sua nova moradia. Certamente, um portão danificado e paredes pichadas (como ocorreu em sua última residência) representam um prejuízo bastante insignificante perto de tantas vidas que ela roubou de animais indefesos, abatidos de forma tão cruel, mas detonar uma nova moradia só provocará mais uma mudança dela, o que acabará dificultando o monitoramento de seus passos. No entanto, avisar aos vizinhos dela sobre o caso é importante, pois, assim, eles podem denunciar no caso de testemunharem ou desconfiarem de novos crimes.
5) Outras informações relevantes podem ser repassadas à Divisão de Investigações Contra o Meio Ambiente do DPPC, fone (11) 3331-8969 ou diretamente na Av São João, 1247, Centro – SP

FEIRA DE ADOÇÃO DA SILVIA

A Pelucinha (pretinha) ainda não foi adotada! Castração agendada.

Evento

Título:
Feira de Adoção da Silvia - Centro
Quando:
24.03.2012
Onde:
Avenida 9 de Julho - Poá
Categoria:
São Paulo

Descrição

Nome do evento: Feira de Adoção da Silvia - Centro

Data: 24.03.2012

Horário: Das 9 às 16 horas

Requisitos para adoção:
Para adotar é necessário ser maior de 18 anos, portar CPF e RG, passar na entrevista para assinatura do Termo de Adoção.

Outras informações: Cães e gatos, adultos e filhotes castrados, sendo que os filhotes tem castração agendada por ainda não ter peso adequado para procedimento cirurgico. Não é cobrada taxa de adoção.

Local do evento: Avenida 9 de Julho

Endereço:
Avenida 9 de julho, esquina com Rua Hermógenes La Regina, altura do nº 400 (calçada do estacionamento)

Referência: Próximo ao Banco do Brasil
Cidade: Poá

UF:
SP
Contatos: Silvia silvia_protecaoanimal@hotmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Local

Local:
Avenida 9 de Julho
Rua:
Av. 9 de julho
Cidade:
Poá
Estado:
SP